GABRIELLY DE CASTRO TRINDADE VALLE MORAIS

Verified @gmail.com

Doutoranda e Laboratório de Tecido Conjuntivo / UFRJ

Realizou curso técnico em química pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ). Realizou o Projeto de iniciação científica pelo Laboratório de Petrofísica/Física, no qual foi bolsista pelo Projeto de Formação de Recursos Humanos da Petrobras (PFRH/IFRJ). Possui experiência em pesquisa nas áreas de Química, Física Geral, Petrofísica, Engenharia de Petróleo, Pré-Sal e Biocombustíveis. Foi estagiária na Empresa ARLANXEO Lanxess Elastômeros do Brasil no Laboratório de Produção e Meio Ambiente. Foi bolsista FAPERJ pelo projeto "Síntese e avaliação de uma enoxaparina bovina de alta atividade" associado ao Laboratório de Tecido Conjuntivo (LabTeC/ UFRJ) Atuou como estagiária em Emergência Pediátrica na UPA 24 Mario Pinheiro - Mauá pela Secretaria Municipal de Saúde de Magé. Graduada em Medicina pela UFRJ e atual aluna de Mestrado e Doutorado pelo Programa de Clínica Médica da UFRJ.

EDUCATION

Técnico em Química - IFRJ
Medicina - UFRJ

RESEARCH, TEACHING, or OTHER INTERESTS

Pharmacology, Multidisciplinary

FUTURE PROJECTS

A Equivalência atual de heparinas não garante a similaridade de seus efeitos in vivo

A heparina é o principal medicamento usado no tratamento da trombose, com potencial para outras doenças, como COVID-19 e câncer. Desde que a heparina bovina deixou de ser usada, o mundo depende apenas da heparina suína, principalmente produzida na China, o que causa insegurança no abastecimento. Por isso, busca-se retomar a produção da heparina bovina, conforme incentivo do FDA em 2018. Pesquisas indicam que essa retomada pode ampliar o uso farmacológico da substância e gerar novas aplicações. O projeto propõe comparar heparinas suína e bovina, destacando que, apesar de efeitos semelhantes, exigem protocolos clínicos distintos devido às diferenças estruturais e de ação.


Applications Invited