Pediatrics, Multidisciplinary, Pediatrics, Perinatology and Child Health, Health (social science)
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Journalistic media and adolescents in the COVID-19 pandemic: a documental analysis Marcela Claudia de Paula Oliveira, Emilia Chagas Costa, Lygia Maria Pereira da Silva, Livia Novaes Vieira Barbosa, Mauro Virgilio Gomes de Barros, José Henrique Cavalcanti Mota Filho, Marco Aurelio de Valois Correia Junior Revista Paulista De Pediatria Orgao Oficial Da Sociedade De Pediatria De Sao Paulo, 2023 Objective: To analyze how the journalistic media has described the issues of quality of life (QoL), physical activity (PA) and mental health (MH) of adolescents during the COVID-19 pandemic. Methods: This is a descriptive and qualitative study that used content analysis. Sixty-two journalistic publications were analyzed from a total of 8211 published by the most read newspapers in each Brazilian region between December 2019 and August 2021. Results: The results were grouped and evaluated in three categories: QoL (n=11), PA (n =9) and MH (n=42). In the analyzed period, the adolescents had more time of exposure to screens, contributing to an inadequate diet, a decrease in PA and impairments in QoL. According to the media publications, the pandemic has also contributed to an increase in anxiety, depression, loneliness and fear resulting from the mental and emotional disorganization caused by the abrupt change in routine. Social vulnerability was presented as an aggravating factor in this context. The journalistic media did not pay the necessary attention to adolescents regarding the negative consequences of the pandemic on QoL, PA and MH. Conclusions: The analyzed reports showed that the pandemic caused a decrease in social interaction, feelings of uncertainty, fear and the appearance/exacerbation of symptoms of anxiety, stress and depression. Social vulnerability was presented as another obstacle to be faced in this problem.
Social support network of family members of abused children and adolescents: Perspectives and possibilities Diene Monique Carlos, Lygia Maria Pereira Silva, Maria Aparecida Beserra, Ailton de Souza Aragão, Alison Gregory, Maria das Graças Carvalho Ferriani Journal of Clinical Nursing, 2019 Aims and objectivesTo analyse the network of care and social support from the perspectives of family members of children and adolescents who have been abused.BackgroundThe theoretical–methodological background of the ecological model for understanding violence and the Paradigm of Complexity provide a broad perspective of violence. The paradigm considers all aspects that constitute a phenomenon as well as particular features.DesignQualitative research based on the Paradigm of Complexity, developed by Edgar Morin, the primary philosopher. We have adhered to the COREQ Checklist guidelines for qualitative research.MethodsData were collected through Minimal Maps of Personal Social Networks, and semi‐structured interviews were held with 15 families who were assisted by a nongovernmental organisation in a Brazilian city. The notions of comprehension and contextualisation guided the data analysis.ResultsTwo categories emerged from the data analyses: “Social isolation” and “Affective relationships needs.” The maps revealed a weakened and limited network with low‐density, homogeneous bonds and few significant bonds. Therefore, the network provided predominantly instrumental and material social support with few important effective relationships. The participants disclosed some strategies to empower their lives.ConclusionsWe conclude that it is urgent to develop strategies in a broad manner to promote family empowerment, especially on education and employment dimension, and to construct supportive and respectful relationships between services and families as well.Relevance to clinical practiceThe present study contributes to international clinical nursing, especially in low‐ and middle‐income countries, by discussing (a) looking at and caring for family members of children and adolescents who have been abused in a contextualised manner; (b) family empowerment, which enables them to have access to healthier environments and to educational/employment opportunities; and (c) broad comprehension of health care among the family members, which provides perspectives not only for looking at violence but also for strengthening supportive social relationships.
Completeness of notifications of violence perpetrated against adolescents in the state of Pernambuco, Brazil Taciana Mirella Batista dos Santos, Mirian Domingos Cardoso, Ana Carolina Rodarti Pitangui, Yasmim Gabriella Cardoso Santos, Saul Martins Paiva, João Paulo Ramos Melo, Lygia Maria Pereira Silva Ciencia E Saude Coletiva, 2016 Resumo O objetivo deste trabalho foi analisar a tendência da completitude dos dados de violência perpetrada contra adolescentes registrados em Pernambuco, em 2009-2012. Estudo transversal, com 5.259 adolescentes vítimas de violência notificadas no SINAN-VIVA da Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco. Utilizou regressão linear simples para investigar a tendência de completitude das variáveis. Os percentuais de completitude foram considerados como variáveis dependentes (Y) e os anos da série, como independentes (X). Os resultados mostram um incremento significativo de 204% no número de notificações. Porém, das 34 variáveis analisadas, 27 (79,4%) apresentaram tendência Estacionária, 6 (17,6%) Decrescente e apenas uma (2,9%) Crescente. A completitude foi considerada ‘Muito Ruim’ para as variáveis: Escolaridade (47,3%), Complemento (21,3%), Hora da Ocorrência (38,0%) e Uso de Álcool Pelo Agressor (47,0%). Portanto, apesar do grande incremento no numero de notificações, a qualidade dos dados permaneceu comprometida, dificultando uma análise mais realista neste grupo.
Coping with domestic violence against children and adolescents from the perspective of primary care nurses Jéssica Totti Leite, Maria Aparecida Beserra, Liliana Scatena, Lygia Maria Pereira da Silva, Maria das Graças Carvalho Ferriani Revista Gaucha De Enfermagem, 2016 RESUMO Objetivo Analisar as ações relatadas por enfermeiros da atenção básica no enfrentamento da violência doméstica contra crianças e adolescentes. Métodos Pesquisa qualitativa, realizada em cinco Unidades de Estratégia de Saúde da Família do Estado de São Paulo, Brasil. Dados coletados no segundo semestre de 2013 através de entrevistas semiestruturadas com cinco enfermeiras e analisados através de análise de conteúdo, modalidade temática. Resultados Emergiram dois núcleos temáticos: “Políticas públicas identificadas pelas enfermeiras” e “Ações das enfermeiras diante da violência permeadas por medos e conflitos”. As enfermeiras conheciam as políticas públicas, mas não conseguiam colocá-las em prática; estavam despreparadas para identificar e enfrentar a violência; não participavam de cursos de capacitação; temiam notificar os casos detectados de violência. Conclusão As principais limitações ao trabalho prático dos enfermeiros são a sobrecarga de trabalho, a falta de segurança e a dinâmica de trabalho desarticulada com a rede de proteção as quais levam à subnotificação dos casos de violência.
[Nursing actions face to sexual violence against children and adolescents]. Lygia Maria Pereira da Silva, Maria das Graças de Carvalho Ferriani, Marta Angélica Iossi Silva Revista Brasileira De Enfermagem, 2011 Este estudo objetivou refletir sobre a violência sexual contra crianças e adolescentes, focalizando a atuação do enfermeiro à luz da sua prática profissional e da legislação brasileira. Trata-se de estudo bibliográfico em que foram analisadas 31 publicações, abrangendo os anos de 2005 a 2008. Para análise dos dados utilizou-se a análise de conteúdo, modalidade temática, evidenciando três núcleos temáticos: a atenção à saúde da criança e do adolescente, a notificação e a qualificação profissional. O enfermeiro deve estar apto a cuidar da criança e do adolescente com base nas leis que os protegem, sendo imperativo o envolvimento dos serviços de saúde, das entidades de classe e das universidades.