Music and Affectivity in the Age of Artificial Intelligence Vinicius de Aguiar Topoi, 2024 Music and affects share a long history. In recent times, 4E cognitive sciences (embodied, embedded, enacted, and extended), situated affectivity, and related ecological theoretical frameworks have been conceptualizing music as a case of a tool for feeling. Drawing on this debate, I propose to further theorize the role of music in situating our affectivity by analyzing how the very affective affordances of music are technologically situated. In other words, I propose to shift the attention from music as a tool for feeling to the tools for feeling music. I argue that the experience of music as a tool for feeling may be altered, enhanced, or lessened depending on the tools for feeling music. I investigate the extent to which AI might be a case of a tool for feeling music and examine the influence it could exert over musical affectivity. I conclude that AI can be considered a tool for feeling music of curatorial type and that the limitations and/or biases of AI as a method risk lessening the power of musical affective affordances.
Foundations and Applications of Sentiomics: the Science of the Feeling Capacity. Alfredo Pereira Jr., Vinícius Jonas de Aguiar Trans Form Acao, 2023 Resumo: A sentiência, definida como a capacidade inconsciente de se ter experiência consciente do sentir, é um fenômeno psicobiológico, envolvendo padrões dinâmicos de ondas eletroquímicas, em sistemas vivos. O processo de sentir pode ser estudado em duas modalidades: a) identificação empírica e análise dos padrões temporais universais que caracterizam a sentiência, cujo estudo seria a Sentiômica; b) identificação introspectiva e relato da variedade de experiências conscientes, na perspectiva de primeira pessoa, cujo estudo seria a Qualiômica. A Qualiômica é, sem dúvida, um desafio para a ciência convencional, como afirmado no “problema difícil da consciência” (CHALMERS, 1995), pois a perspectiva de primeira pessoa não é acessível aos métodos de medição e às explicações científicas convencionais. A Sentiômica, enfocando padrões dinâmicos que definem a capacidade de sentir, é, portanto, por definição, suscetível de um tratamento empírico e experimental. Neste artigo, propõe-se contextualizar pressupostos e problemas filosóficos da Sentiômica e apresentar algumas das suas diversas aplicações, com foco na sua relação com a música.