Alexandre Gustavo Melo Franco Bahia

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Universidade Federal de Minas Gerais

Alexandre Gustavo Melo Franco Bahia
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  • PRISON, NECROPOLITICS, AND SUBVERSIVE MOTHERHOODS: MASS INCARCERATION AND PREGNANT WOMEN IN THE PRISON ENVIRONMENT
    Karine De Assis dos Santos, Alexandre Gustavo Melo Franco Bahia, Saulo Camêllo
    Revista do Caap, 2024
    The present study investigates the application of necropolitics in the Brazilian prison system, focusing on pregnant women. Drawing on theoretical frameworks of mass incarceration and the ruling on the State of Unconstitutional Affairs, the study explores how the State exerts power over life and death within prisons, creating a cruel selectivity that disproportionately affects marginalized bodies. It addresses the vulnerability faced by these women, highlighting the precarious medical care, unsanitary conditions, and structural neglect that endanger both the lives of pregnant women and their children. Using a legal-descriptive methodology and a review of secondary data, the article reveals the discrepancy between legal provisions and the reality within prisons, particularly regarding the protection and care of pregnant and lactating women. The aim is to demonstrate the human rights violations faced by this group, a result of selective punitive policies that exacerbate inequalities and precarious conditions in the prison system.
  • Gay Marriage
    Alexandre Gustavo Melo Franco de Mo Bahia
    Encyclopedia of the Philosophy of Law and Social Philosophy, 2023
  • Public health recommendations as microaggressions: monkeypox and LGBTQIA+ populations
    Douglas Antonio Rocha Pinheiro, Alexandre Gustavo Melo Franco de Moraes Bahia
    Cadernos De Saude Publica, 2023
    Resumo: O artigo tem por objetivo analisar recomendações de saúde pública da Organização Mundial da Saúde e das manifestações de seu Diretor-geral durante a epidemia de varíola dos macacos endereçadas a homens que fazem sexo com homens (HSH) à luz da microagressão como categoria de análise. Questiona-se o potencial estigmatizador de divulgação estatística, para público amplo, de que 98% dos infectados estavam entre HSH, bem como a utilização da própria categoria HSH e da sugestão de abstinência sexual parcial ou total como forma de interromper a disseminação viral. Sugere-se como alternativas capazes de, simultaneamente, garantir políticas de prevenção de doenças sem estigmatizar grupos vulneráveis, especialmente a população LGBTQIA+: (i) diferenciar as divulgações voltadas ao público geral das destinadas às populações predominantemente contaminadas e sujeitas a maior grau de vulnerabilidade social; (ii) superar a utilização da expressão HSH para, nas comunicações destinadas à ampla audiência, utilizar a expressão SGD (população sexo e gênero diversa), mantendo-se o procedimento de registrar, nas pesquisas científicas e nos formulários de atendimento, a identidade de gênero e a orientação sexual por autodeclaração dos pacientes; (iii) evitar mensagens que abordem a sexualidade de modo negativo, reforcem uma vivência sexual majoritária e gerem uma responsabilização socialmente punitiva do infectado, excluindo, pois, das recomendações voltadas ao público amplo a sugestão de abstinência sexual parcial, relativa à redução do número de parceiros, ou de abstinência sexual total, exceto para os casos de pessoas na fase ativa da infecção ou no período imediato à recuperação.
  • Women, gender quota and legislative power: one approach of the justifications of the Bill n.° 1.256/2019 under the egalitarian liberalism of John Rawls
    Victória Taglialegna Salles, Rainer Bomfim, Alexandre Gustavo Melo Franco de Moraes Bahia
    Revista Brasileira De Politicas Publicas, 2022
    Sob a vertente de interpretação jurídico-teórica, analisa-se as justificativas arguidas no Projeto de Lei nº 1.256/2019, que tem por objeto a revogação do § 3º, do art. 10, da Lei nº 9.504, de 30 de setembro de 1997, que dispõe sobre a cota de gênero obrigatória nas eleições proporcionais. À luz do liberalismo igualitário de John Rawls, identifica-as como contrárias aos princípios de justiça, no exercício da razão pública, e como não razoáveis em face do pluralismo moral, das garantias previstas na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 e da Convenção para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher. Compreende o dever do poder público de promover a igualdade de oportunidades das mulheres, diante dos fundamentos constitucionais e dos direitos básicos. Verifica-se que o Poder Legislativo é o principal responsável por descumprir a cota de gênero, embora parte dele esteja comprometida com a legislação eleitoral vigente. Ao final, ressalta a importância da sociedade em cooperação exigir seu cumprimento, de se pensar a reprodução dos papeis de gênero e o voto, para fomentar autonomia das mulheres. Este trabalho justifica-se pela urgência de se alterar a sub-representação nos espaços de poder e pelos princípios constitucionais.
  • Human Rights in the Protection of LGBTI+ People in the Domestic Legal Order
    Civilistica Com, 2021
  • Blood donation by gay men in brazil: A critical study of the legal effects of adi 5543 from the stf positioning
    Revista Juridica, 2020
  • Research-action as methodology and intersectionality(s) as method: ruptures within the paradigms of modern science that create spaces for dialogical constructions within the legal field
    Rainer Bomfim, Alexandre Gustavo Melo Franco de Moraes Bahia, Marina Souza Lima Rocha
    Revista De Direito Da Faculdade Guanambi, 2019
    O objetivo do texto é mostrar uma articulação entre a metodologia da pesquisa-ação, desenvolvida por Michel Thiollent, e do método da interseccionalidade(s), que foi cunhado por Kimberlé Crenshaw. Para isso, articula-se a problemática das ciências modernas como ciências neutras e como a pesquisa-ação supera os problemas deixados por aquelas possibilitando um salto qualitativo e melhor adequado às ciências sociais aplicadas. Em seguida, passa-se à conceituação e articulação dos conceitos chaves para, por fim, demonstrar a articulação entre pesquisa-ação e interseccionalidade(s) na prática por Universidades Federais. A metodologia utilizada no crítico-metodológica.
  • Unconstitutionality for omission: the duty to criminalize LGBTIphobia in Brazil
    Rainer Bomfim, Alexandre Gustavo Melo Franco Bahia
    Revista De Direito Da Faculdade Guanambi, 2019
    Analisa a ordem jurídica internacional dos direitos humanos, particularmente, no nível interamericano para ver a possibilidade do ajuizamento, junto à Comissão Interamericana de Direitos Humanos, de denúncia de demora injustificada na criminalização da LGBTIfobia por parte do Estado Brasileiro, uma vez que o Brasil é signatário de diversos tratados e acordos internacionais que obrigam este a legislar e coibir formas de LGBTIfobia no território nacional. Além disso, a Constituição da República de 1988, que inaugura o Estado Democrático de Direito, preconiza pelo Direito fundamental da Igualdade e da não-discriminação por parte do Estado. Parte-se da hipótese de que o Brasil se encontra em mora que viola a Constituição e Normas Internacionais de Direitos Humanos, o que ensejou o ajuizamento da ADO. n. 26 e do MI. n. 4733, ambos pedindo ao STF que reconheça a omissão inconstitucional do Brasil a respeito. Ambas ações tiveram seu julgamento iniciado em fevereiro de 2019 e, por hora, tiveram quatro votos favoráveis. A metodologia utilizada no trabalho é a jurídico-sociológica.

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  • Cartografia dos direitos das pessoas trans: A busca pela institucionalidade e reconhecimento no campo jurídico
    R Bomfim, AGMF Bahia
    Revista Direito e Práxis 16 (2), e81221 , 2025
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  • Cartography of trans people’s rights: The search for institutionality and recognition in the legal field
    R Bomfim, AGMF Bahia
    Revista Direito e Práxis 16, e81221 , 2025
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  • TRANSFOBIA EM ESCOLAS PRIVADAS E O RECONHECIMENTO DO DANO DIGNITÁRIO NA RESPONSABILIDADE CIVIL
    AGMF Bahia
    V Congresso de Diversidade Sexual e Gênero , 2025
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  • Cárcere, necropolítica e maternidades subversivas:: encarceramento em massa e mulheres gestantes no ambiente prisional
    KA dos Santos, AGMF Bahia, S Camêllo
    Revista do CAAP 29 (2), 1-30 , 2024
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  • “Meu registro não sabe quem sou”: direito e acesso à retificação registral de nome e gênero para pessoas trans no Estado brasileiro na prática
    AGMF Bahia, LLN Cunha
    Revista Direito e Práxis 15 (04), e77011 , 2024
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  • O DIREITO À SAÚDE DE PESSOAS TRANS E OS DESAFIOS DA EQUIDADE NO SUS:: OBSTÁCULOS PARA CUMPRIMENTO DOS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
    AMF Bahia, ST de Oliveira Camêllo, ELD da Costa
    Revista Jurídica (FURB) 28 (1) , 2024
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  • O CORPO IMPEDIDO DE CONSTITUIR FAMÍLIA: FARMACOPODER E PARENTALIDADE DE PESSOAS TRANS: reproductive rights and family planning
    AGMF de Moraes, ST de Oliveira Camêllo, TA Santana
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    AGMF Bahia, A Galindo, EEA RAMOS, MAC OLIVEIRA
    Empório do Direito 13 , 2024
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  • Feminismo crítico: interseccionalidade como ferramenta para" lugar de fala" ou a" Esfera Pública"?
    G de Sousa Moura, AGMF de Moraes, LC Garcia
    Revista Jurídica da UFERSA 8 (15), 259-285 , 2024
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    C Proner, N Strozake
    Tristão Editora , 2024
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  • Um réquiem para a lava jato e o que aprendemos da eine grosse konfusion
    AGMF Bahia, D Bacha, SIAP Miranda, CMAC de Oliveira
    10 anos, 1680 , 2024
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  • Prison, Necropolitics, and Subversive Motherhoods: Mass Incarceration and Pregnant Women in the Prison Environment
    KA dos Santos, F Bahia, AG Melo, ST de Oliveira Camello
    Rev. Centro Academico Afonso Pena 29, 1 , 2024
    2024
  • “My documents don’t know who I am”: right and access to registry rectification of name and gender for trans people in practice, the Brazilian case
    AGMF Bahia, LLN Cunha
    Revista Direito e Práxis 15, e77011 , 2024
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  • The Portuguese
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    Encyclopedia of the Philosophy of Law and Social Philosophy, 1101-1105 , 2023
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    DAR Pinheiro, AGMFM Bahia
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