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Faculdade de Medicina
Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
O câncer permanece entre as principais causas de mortalidade mundial, reforçando a necessidade de novas abordagens terapêuticas baseadas em produtos naturais com maior seletividade e melhor perfil de segurança. Espécies do gênero Aristolochia apresentam metabólitos bioativos com potencial farmacológico, embora também estejam associadas a riscos toxicológicos. Neste contexto, o presente estudo avaliou a atividade antiproliferativa, a seletividade citotóxica e aspectos de toxicidade de extratos metanólicos de caules e folhas de Aristolochia triangularis, Aristolochia macroura e Aristolochia hypoglauca, bem como de produtos resultantes da bioconversão por larvas de Battus polydamas. A citotoxicidade foi investigada in vitro em linhagens tumorais (B16-F10, MCF-7, U251 e HT-29) e na linhagem não tumoral NIH/3T3, com determinação dos valores de GI₅₀ e cálculo do índice de seletividade. Com base na potência frente ao melanoma murino e no perfil de seletividade, as amostras A9 (extrato metanól
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