LUCIANA OLIVEIRA CASCAES DOURADO

@incor.usp.br

Instituto do Coracao da Faculdade de Medicina da Universidade de Sao Paulo

RESEARCH, TEACHING, or OTHER INTERESTS

Cardiology and Cardiovascular Medicine
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Scopus Publications

Scopus Publications

  • Coronary Sinus Reduction for the Treatment of Refractory Angina: What Have We Learned after 70 Years of the Beck Surgery?
    Sara Del Vecchio Ziotti, Luciana Oliveira Cascaes Dourado, Ranil de Silva, Rasha Al-Lamee, Timothy D. Henry, Luiz Antonio Machado Cesar, Carlos Vicente Serrano Jr., Alexandre Antonio Cunha Abizaid, Luis Henrique Wolff Gowdak
    Arquivos Brasileiros De Cardiologia, 2026
    Resumo Com o aumento da prevalência das síndromes coronarianas crônicas, muitos pacientes com aterosclerose extensa apresentam angina não controlada, mesmo recebendo a terapia médica otimizada. Isso se aplica especialmente a pacientes que não são candidatos adequados à revascularização cirúrgica ou percutânea. Diversos tratamentos têm sido investigados para o manejo da angina pectoris e, nesse contexto, o redutor do seio coronário surgiu como uma opção terapêutica promissora. Desde a década de 1950, com o início da cirurgia de Beck, o seio venoso coronário tem sido um ponto focal de pesquisa em terapias anti-isquêmicas. Avanços científicos significativos foram alcançados no estreitamento do seio venoso nas últimas duas décadas. Graças às melhorias tecnológicas em procedimentos minimamente invasivos e aos métodos mais precisos de avaliação do fluxo sanguíneo miocárdico, uma nova opção terapêutica tornou-se disponível para pacientes que sofrem de angina refratária e, possivelmente, de disfunção microvascular. Nesta revisão, nosso objetivo é examinar os principais conceitos relacionados à angina pectoris e à isquemia miocárdica, destacando o histórico, o racional fisiopatológico e os aspectos técnicos da redução do seio coronário como terapia para angina refratária. Além disso, exploraremos as evidências científicas das últimas décadas, bem como identificaremos lacunas existentes e delinearemos direções futuras de pesquisa sobre esse tratamento emergente.
  • Guideline for Chronic Coronary Syndrome - 2025
    Luiz A. Machado Cesar, Luis Henrique W. Gowdak, Ricardo Pavanello, João Fernando M. Ferreira, Bruno M. Mioto, Nilson T. Poppi, Caio Menezes M. de Mendonça, Adenalva Lima de Souza Beck, Adriana Soares Xavier de Brito, Alexandre Abizaid, Andréa Araujo Brandão, Andrea Maria Gomes Marinho Falcão, Andrei Sposito, Antônio Carlos Sobral Sousa, Antonio de Padua Mansur, Ariane Vieira Scarlatelli Macedo, Áurea Jacob Chaves, Breno de Alencar Araripe Falcão, Brivaldo Markman, Bruno Ramos Nascimento, Camila Paixão Jordão, Carlos Augusto Homem de Magalhães Campos, Carlos Eduardo Lucena Montenegro, Carlos Eduardo Rochitte, Carlos Vicente Serrano, Celia Maria Cassaro Strunz, Daniel Medeiros Moreira, Danielle Misumi Watanabe, Eduardo Gomes Lima, Eduardo Nagib Gaui, Elizabeth Regina Giunco Alexandre, Fabiana Hanna Rached, Fabio Biscegli Jatene, Gentil Barreira de Aguiar, Gilson Soares Feitosa-Filho, Henrique Patrus Mundim Pena, Ibraim Masciarelli Francisco Pinto, Iran Castro, Jaqueline R. Scholz, João Carlos Ferreira Leal, José Armando Mangione, José Jayme Galvão de Lima, Jose Rocha Faria, José Soares, Kleisson Antônio Pontes Maia, Lara Cristiane Terra Ferreira Carreira, Luciana Diniz Nagem Janot de Matos, Luciana Oliveira Cascaes Dourado, Luhanda Leonora Cardoso Monti Sousa, Luis Alberto Oliveira Dallan, Luiz Eduardo Mastrocola, Marcia Maria Godoy Gowdak, Olimpio Ribeiro França, Otavio Rizzi Coelho, Otávio R. Coelho-Filho, Paulo Eduardo Ballvé Behr, Paulo Ricardo Avancini Caramori, Pedro Alves Lemos, Pedro Silvio Farsky, Raul Dias dos Santos, Renato D. Lopes, Salvador Manoel Serra, Sarah Fagundes Grobe, Sérgio Tavares Montenegro, Silvio Henrique Barberato, Tania Mara Varejão Strabelli, Ursula Maria Moreira Costa Burgos, Vinicius José da Silva Nina, Walter Jose Gomes, William Azem Chalela, Wilson Mathias
    Arquivos Brasileiros De Cardiologia, 2025
    1. Introdução Uma das principais atividades da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) consiste na elaboração de diretrizes para diversas doenças cardíacas, utilizando a produção científica mais recente e baseando-se em evidências clínicas robustas. O objetivo é orientar os profissionais de saúde quanto à prevenção, diagnóstico e tratamento das doenças cardíacas. Esta diretriz para a síndrome coronária crônica (SCC) foi desenvolvida por membros voluntários da SBC, sem apoio comercial, priorizando aspectos éticos na orientação clínico-cardiológica dos diversos elementos e participantes envolvidos [...]
  • Myocardial Perfusion and Angina Improvement Following Allopurinol Therapy in a Patient With Coronary Artery Fistula
    Sara D.V. Ziotti, Renato P. Azevedo, Thiago L.V. Pereira, Marcelly S. Rosal, Sarah F. Grobe, et al.
    Jacc Case Reports, 2025
    BACKGROUND: Coronary artery fistulas (CAFs) can lead to ischemia and angina in the absence of obstructive coronary artery disease. There is no evidence supporting a noninterventional approach to improve ischemia or alleviate symptoms for patients with refractory angina associated with CAFs. CASE SUMMARY: An 85-year-old woman presented with angina functional class 3 despite being on 3 antianginal medications. Myocardial scintigraphy showed reversible hypoperfusion in the left ventricle's lateral, inferolateral, and inferior walls. A coronary angiogram showed no obstructions; however, a CAF was found. Considering the patient's frailty and unsuitability for cardiac intervention, she was enrolled in a high-dose allopurinol protocol, which led to a significant improvement in symptoms, exercise capacity, and myocardial perfusion. DISCUSSION: This case highlighted allopurinol as a potential alternative for alleviating ischemia and angina in patients with CAF deemed not good candidates for cardiac interventions.
  • Coronary Sinus Reduction for the Treatment of Refractory Angina: What Have We Learned after 70 Years of the Beck Surgery?
    Sara Del Vecchio Ziotti, Luciana Oliveira Cascaes Dourado, Ranil de Silva, Rasha Al-Lamee, Timothy D. Henry, Luiz Antonio Machado Cesar, Carlos Vicente Serrano Jr., Alexandre Antonio Cunha Abizaid, Luis Henrique Wolff Gowdak
    Arquivos Brasileiros De Cardiologia, 2025
    With the increasing prevalence of chronic coronary syndromes, many patients with extensive atherosclerosis experience uncontrolled angina, even while receiving optimal medical therapy. This is especially true for patients who are not suitable candidates for surgical or percutaneous revascularization. Numerous treatments have been investigated for managing angina pectoris, and in this context, the coronary sinus reducer has emerged as a promising therapeutic option. Since the 1950s, beginning with Beck's surgery, the coronary venous sinus has been a focal point of research in anti-ischemic therapies. Significant scientific advances have been made in narrowing the venous sinus in the past two decades. Thanks to technological improvements in minimally invasive procedures and better methods for assessing myocardial blood flow, a new therapeutic option has become available for patients suffering from refractory angina and, possibly, for microvascular dysfunction. In this review, we aim to examine key concepts related to angina pectoris and myocardial ischemia, highlighting the historical background, pathophysiological rationale, and technical aspects of coronary sinus reduction as a therapy for refractory angina. Additionally, we will explore the scientific evidence from recent decades, as well as identify existing gaps and outline future research directions concerning this emerging treatment.
  • Exercise Training on Anginal Threshold Does Not Improve Endothelial Function in Refractory Angina Patients
    Camila P. Jordão, Luciana O.C. Dourado, Camila R.A. de Assumpção, Marcelo L.C. Vieira, Carla G. De S.P. Montenegro, Carlos E. Negrão, Luís H.W. Gowdak, Luciana D.N.J. De Matos
    American Journal of Cardiology, 2023
  • In the Cardiac Rehabilitation Era, is There a “No-Option” Refractory Angina Patient?: A Case Report
    Luciana Oliveira Cascaes Dourado, Camila Paixão Jordão, Camila Regina Alves Assumpção, Luciana Diniz Nagem Janot de Matos
    Arquivos Brasileiros De Cardiologia, 2023
    Resumo A reabilitação cardíaca baseada em exercícios, um tratamento adjuvante eficaz e seguro recomendado para pacientes com doença arterial coronariana, é pouco aplicada em pacientes com angina refratária (AR) devido a dificuldades relacionadas à segurança, prescrição do treinamento e o seu manejo clínico. Este relato de caso apresenta um paciente “sem opção” com AR, incluído em um programa de exercícios de 12 semanas de duração, composto de 40 minutos de exercício aeróbico em esteira por sessão, três vezes por semana, e intensidade prescrita entre limiares isquêmicos/anginosos e limiar ventilatório 1, conforme obtidos no teste de exercício cardiopulmonar; angina leve a moderada foi permitida durante o treinamento. Além disso, foram realizados 15 minutos de treinamento de resistência de intensidade moderada (exercícios de grandes grupos musculares, duas séries de 8 a 12 repetições). Ao final do protocolo, o paciente apresentou melhora importante no desempenho funcional (VO 2 máximo de 17,0 ml/kg/min para 27,3 ml/kg/min), limiar anginoso (FC de 68 bpm para 95 bpm) e na intensidade da dor torácica (nível 7 para 5) sem eventos clínicos adversos durante o período. A reabilitação cardíaca baseada em exercícios se mostrou segura, mesmo na ocorrência de angina/isquemia durante o treinamento, de acordo com a tolerabilidade aos sintomas e outros sinais clínicos de alerta.
  • Concomitant Use of Ranolazine and Trimetazidine in Patients with Refractory Angina: An Initial Experience
    Luciana Oliveira Cascaes Dourado, Cristian Paul Delgado Moreno, Sarah Fagundes Grobe, Luis Henrique Wolff Gowdak, Luiz Antonio Machado Cesar
    Arquivos Brasileiros De Cardiologia, 2022
    Introdução A angina refratária (AR), uma condição extremamente debilitante, requer tratamento médico especializado com ajustes terapêuticos muitas vezes complexos na tentativa de melhorar ao máximo os sintomas e a qualidade de vida.1 O tratamento médico geralmente compreende uma combinação de medicamentos antianginosos. Dentre eles, a trimetazidina (T) e a ranolazina (R) são uma terapia complementar devido ao seu perfil de eficácia e segurança no tratamento de pacientes com AR.1-3 No entanto, na recente “abordagem diamante”,4 que descreve combinações preferenciais de diferentes classes de medicamentos antianginosos para o tratamento de pacientes com angina, o uso concomitante de T e R não é considerado uma estratégia útil devido ao seu mecanismo de ação relacionada.4 Embora nenhuma interação conhecida entre ambas as drogas tenha sido descrita,5 não há dados sobre a eficácia e segurança do uso de R em pacientes que já estão usando T. Portanto, objetivamos avaliar o efeito do uso concomitante de R e T em pacientes com AR.
  • Cardiopulmonary exercise test in patients with refractory angina: functional and ischemic evaluation
    Camila R.A. de Assumpção, Danilo M.L. do Prado, Camila P. Jordão, Luciana O.C. Dourado, Marcelo L.C. Vieira, Carla G. de S.P. Montenegro, Carlos E. Negrão, Luís H.W. Gowdak, Luciana D.N.J. De Matos
    Clinics, 2022
    OBJECTIVES: pulse response by CPET and the association of ischemic changes with contractile modifications by exercise stress echocardiography (ESE). METHODS: Thirty-one patients of both sexes, aged 45 to 75 years, with symptomatic (Canadian Cardiovascular Society class II to IV) angina who underwent CPET on a treadmill and exercise stress echocardiography on a lower limb cycle ergometer were studied. ClinicalTrials.gov: NCT03218891. RESULTS: pulse response. There was a direct association between Heart Rate (HR) at the onset of myocardial ischemia detected by ESE and HR at the onset of flattening or drop in oxygen pulse response detected by CPET (R = 0.48; p = 0.019). CONCLUSION: pulse response during CEPT and contractile alterations detected by exercise stress echocardiography.
  • Does Myocardial Injury Occur After an Acute Aerobic Exercise Session in Patients with Refractory Angina?
    Carla Giuliano de Sá Pinto Montenegro, Luciana Oliveira Cascaes Dourado, Camila Paixão Jordão, Marcelo Luiz Campos Vieira, Camila Regina Alves Assumpção, Luis Henrique Wolff Gowdak, Alexandre da Costa Pereira, Carlos Eduardo Negrão, Luciana Diniz Nagem Janot de Matos
    Arquivos Brasileiros De Cardiologia, 2022
    Resumo Fundamento Não está claro se o exercício é seguro em pacientes com formas mais avançadas de doença arterial coronariana, como aqueles com angina refratária (AR). Objetivo Visamos determinar o efeito de uma sessão de exercício aeróbico agudo (SEAA) nos níveis de troponina T cardíaca de alta sensibilidade (TnT-as) em pacientes com AR. Métodos Trata-se de um estudo clínico longitudinal, não randomizado e não controlado. Os participantes foram recrutados de abril de 2015 a janeiro de 2019. Em uma escala visual de dor de 0 a 10, a dor classificada até 3 foi considerada como o nível máximo permitido para continuar o exercício. Avaliamos TnT-as na linha de base e 3 horas após a SEAA. O protocolo consistiu em 5 minutos de aquecimento, 30 minutos de exercício aeróbico contínuo na frequência cardíaca correspondente ao limiar anaeróbio ou limiar de angina obtido no teste de esforço cardiopulmonar e 5 minutos de resfriamento. Foram considerados estatisticamente significativos valores de p menores que 0,05. Resultados Foram incluídos 32 pacientes com AR (61 ± 9 anos, 59,4% do sexo masculino). A concentração basal de TnT-as foi de 10,9 ng/L (intervalo de confiança de 95%: 9,1 a 13,0 ng/L). A TnT-as coletada 3 horas após a SEAA foi de 11,1 ng/L (intervalo de confiança de 95%: 9,1 a 13,5 ng/L). Nenhuma diferença ocorreu na TnT-as antes e após a SEAA (p = 0,657). Conclusões Uma única SEAA realizada no limiar de angina com correspondente escala visual de dor não alterou a TnT-as em pacientes com AR, sugerindo que nenhuma lesão miocárdica significativa foi provocada pelo exercício e que este protocolo de exercício pode ser considerado seguro.
  • The Role of the Heart Team in Patients with Diffuse Coronary Artery Disease Undergoing Coronary Artery Bypass Grafting
    Luciana Oliveira Cascaes Dourado, Alexandre C. Pereira, Nilson Tavares Poppi, Rafael Cavalcante, Fabio Gaiotto, Luis Alberto Oliveira Dallan, Marcio Sommer Bittencourt, Luiz Antonio M. Cesar, Luis Henrique W. Gowdak
    Thoracic and Cardiovascular Surgeon, 2021
    Background In patients eligible for coronary artery bypass grafting, no data assess the importance of the Heart Team in programming the best surgical strategy for patients with diffuse coronary artery disease (CAD). This study aims to determine the contribution of the Heart Team in predicting the feasibility of coronary artery bypass graft and angiographic surgical success in these patients based on visual angiographic analysis. Methods Patients with diffuse and severe CAD undergoing incomplete coronary artery bypass graft surgery were prospectively included. One-year postoperative coronary angiograms were obtained to evaluate graft occlusion. Two clinical cardiologists, two cardiovascular surgeons, and one interventional cardiologist retrospectively analyzed preoperative angiograms. A subjective scale was applied at a single moment to quantify the chance of successful coronary artery bypass grafting for each coronary territory with anatomical indication for revascularization. Based on individual scores, the Heart Team's and the specialists' scores were calculated and compared. Results The examiners evaluated 154 coronary territories, of which 85 (55.2%) were protected. The Heart Team's accuracy for predicting the angiographic success of the surgery was 74.9%, almost equal to that of the surgeons alone (73.2%). Only the interventional cardiologist predicted left anterior descending territory grafting success. The Heart Team had good specificity and reasonable sensitivity, and the surgeons had high sensitivity and low specificity in predicting angiographic success. Conclusion The multispecialty Heart Team achieved good accuracy in predicting the angiographic coronary artery bypass graft success in patients with diffuse CAD, with a high specificity and reasonable sensitivity.
  • Brazilian cardiovascular rehabilitation guideline – 2020
    Tales de Carvalho, Mauricio Milani, Almir Sergio Ferraz, Anderson Donelli da Silveira, Artur Haddad Herdy, Carlos Alberto Cordeiro Hossri, Christina Grüne Souza e Silva, Claudio Gil Soares de Araújo, Eneas Antonio Rocco, José Antonio Caldas Teixeira, Luciana Oliveira Cascaes Dourado, Luciana Diniz Nagem Janot de Matos, Luiz Gustavo Marin Emed, Luiz Eduardo Fonteles Ritt, Marconi Gomes da Silva, Mauro Augusto dos Santos, Miguel Morita Fernandes da Silva, Odilon Gariglio Alvarenga de Freitas, Pablo Marino Corrêa Nascimento, Ricardo Stein, Romeu Sergio Meneghelo, Salvador Manoel Serra
    Arquivos Brasileiros De Cardiologia, 2020
  • Large bilateral coronary artery fistula: 10-year follow-up in clinical treatment
    Rodrigo Melo Kulchetscki, Luka David Lechinewski, Luciana Oliveira Cascaes Dourado, Whady Armindo Hueb, Luiz Antonio Machado César
    Arquivos Brasileiros De Cardiologia, 2019
  • Coronary Artery Bypass Surgery in Diffuse Advanced Coronary Artery Disease: 1-Year Clinical and Angiographic Results
    Marcio Bittencourt, Alexandre Pereira, Nilson Poppi, Luis Dallan, José Krieger, Luiz Cesar, Luís Gowdak, Luciana Dourado
    Thoracic and Cardiovascular Surgeon, 2018
  • A prospective study of patients with refractory angina: outcomes and the role of high-sensitivity troponin T
    Nilson T. Poppi, Luís H.W. Gowdak, Luciana O.C. Dourado, Eduardo L. Adam, Thiago N.P. Leite, Bruno M. Mioto, José E. Krieger, Luiz A.M. César, Alexandre C. Pereira
    Clinical Cardiology, 2017
  • Obstructive sleep apnoea is associated with myocardial injury in patients with refractory angina
    Glaucylara R Geovanini, Alexandre C Pereira, Luis H W Gowdak, Luciana Oliveira Cascaes Dourado, Nilson T Poppi, Gabriela Venturini, Luciano F Drager, Geraldo Lorenzi-Filho
    Heart, 2016
  • The effectiveness of intensive medical treatment in patients initially diagnosed with refractory angina
    Luciana Oliveira Cascaes Dourado, Nilson Tavares Poppi, Eduardo Leal Adam, Thiago Nunes Pereira Leite, Alexandre da Costa Pereira, José Eduardo Krieger, Luiz Antonio Machado Cesar, Luís Henrique Wolff Gowdak
    International Journal of Cardiology, 2015
  • OSA and depression are common and independently associated with refractory angina in patients with coronary artery disease
    Glaucylara R. Geovanini, Luis H.W. Gowdak, Alexandre C. Pereira, Naury de Jesus Danzi-Soares, Luciana O.C. Dourado, Nilson T. Poppi, Luiz Antonio Machado Cesar, Luciano F. Drager, Geraldo Lorenzi-Filho
    Chest, 2014
  • Large bilateral coronary artery fistula: The choice of clinical treatment
    Luciana Oliveira Cascaes Dourado, Aécio Flávio Teixeira de Góis, Whady Hueb, Luiz Antônio Machado César
    Arquivos Brasileiros De Cardiologia, 2009
  • Venous aneurysm of the foot: Case reports and review of the literature
    Octavio Cascaes Dourado, Aristoteles Guilliod de Miranda, Antonio Pinheiro Filho, Luciana Oliveira Dourado
    Jornal Vascular Brasileiro, 2006