Edson Rosa Francisco de Souza

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Departamento de Estudos Linguísticos e Literários
UNESP

RESEARCH, TEACHING, or OTHER INTERESTS

Linguistics and Language
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Scopus Publications

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  • Perception Verbs in Brazilian Portuguese: A Functional Approach
    Kees Hengeveld, Edson Rosa Francisco de Souza, Maria Luiza Braga, Valéria Vendrame
    Open Linguistics, 2019
    This paper examines the semantic and morphosyntactic complementation patterns of perception verbs in Brazilian Portuguese. Using the framework of Functional Discourse Grammar, five semantic complement types are identified. It is subsequently shown that these five types are in an implicational relationship, such that the set of semantic complement types that a certain perception verb in Brazilian Portuguese may take occupies a contiguous segment on a hierarchy of semantic complement types. The morphosyntactic complements of perception verbs in Brazilian Portuguese include noun phrases, finite, and non-finite clauses, the latter comprising progressive1 and infinitival forms. The second part of the study shows that the choice for one of these types can to a high extent be predicted from the semantics of the complements, using the same hierarchy of semantic complement types.
  • The category of aspect in some native languages of Brazil
    Edson Rosa Francisco de Souza, Lucas Marques de Oliveira
    Acta Scientiarum Language and Culture, 2017
    O objetivo do artigo é analisar, com base no modelo da Gramática Discursivo-Funcional, GDF (Hengeveld e Mackenzie, 2008), as noções de aspecto nas línguas indígenas das famílias Aruak (Kinikinau), Jê (Parkatejê, Xerente e Xavante), Guató (Guató), Tupi-Guarani (Asurini), Boróro (Boróro), Karib (Ikpeng), Pano (Katukina, Matis e Shanenawa) e Ofayé (Ofayé), considerando-se o princípio de ordenação das categorias de tempo, aspecto e modo (TAM) com relação ao predicado da oração, bem como as relações semânticas de escopo entre tais categorias gramaticais quanto aos níveis e às camadas da GDF. Como resultados, verificamos que o aspecto qualitativo (perfectivo, imperfectivo etc.) tende a se posicionar mais próximo ao verbo, justamente por alterar a constituição temporal interna do estado de coisas, ao passo que o aspecto quantitativo (habitual, por exemplo) e o tempo tendem a se posicionar um pouco mais distantes do predicado, pelo fato de funcionarem como modificadores do estado de coisas como um todo. Já as noções de modo tendem a se colocar mais distantes do verbo, por não afetarem diretamente o seu estatuto. Comprovamos ainda que a distribuição das categorias TAM tende a respeitar a ordenação e as relações de escopo entre elas, como diz Hengeveld (2011): (modo(tempo(aspecto(predicado+argumentos)))).